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Clarisse Abujamra e Maria Ribeiro são mãe e filha no longa ‘Como Nossos Pais’


Como nossos pais

De volta ao set de filmagem, a cineasta Laís Bodanzky inicia seu mais novo projeto cinematográfico: ‘Como Nossos Pais’, longa-metragem que mostra de forma leve os conflitos entre gerações a partir da história de Rosa, personagem que assume dois papéis no atual momento de sua vida: o de ser mãe de suas filhas e filha de seus pais. Com roteiro e argumento de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi, a produção Gullane e Buriti Filmes, com coprodução Globo Filmes e distribuição Imovision, reúne no elenco atores como Maria Ribeiro, Clarisse Abujamra, Paulo Vilhena, Felipe Rocha, Jorge Mautner, Herson Capri, entre outros. As filmagens acontecem na zona oeste de São Paulo, com locações em Ilhabela e em Brasília, estendendo-se até o fim de março.

O filme traz Maria Ribeiro como Rosa, uma mulher de 38 anos que se vê dividida entre os cuidados com as filhas, os afazeres domésticos, o convívio com o marido, e a falta de tempo para si mesma. À procura de sua realização profissional e respostas aos paradigmas observados em sua rotina, Rosa ainda enfrenta uma conflituosa relação com sua mãe, Clarice, interpretada por Clarisse Abujamra. Em meio ao turbilhão de responsabilidades, Rosa começa a questionar seus relacionamentos e sua rotina, e se vê desestabilizada por uma inesperada revelação, que irá despertar nela uma necessidade de mudança. No fundo dessa história que retrata a mulher contemporânea brasileira, questões familiares e paradigmas sociais são colocados à prova.

– É necessário explorar um assunto tão atual e urgente quanto o papel da mulher na sociedade contemporânea – conta Laís Bodanzky, diretora de longas de sucesso como ‘Bicho de Sete Cabeças’, ‘Chega de Saudade’ e ‘As melhores coisas do mundo’. – Maria dá vida a uma personagem que representa milhares de mulheres que lidam diariamente com rotinas exaustivas e acreditam que estão sozinhas nessa briga. A gente partiu desse mote familiar, mãe e filha, que tem uma relação conflituosa, para construir o filme como uma história de descobertas, reencontros e mudança.

– O elenco desenvolveu uma sinergia muito boa – explica Caio Gullane. – Produzir um filme que conta uma história ficcional sobre a perspectiva feminina é um grande privilégio.

Estreia prevista para 2017.

da Redação CFNotícias

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