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Crítica: Animais Fantásticos e Onde Habitam


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Chega aos cinemas nacionais a nova produção da Warner Bros. com temática no universo mágico de Harry Potter, mas agora sobre histórias paralelas ao mundo do jovem bruxo: “Animais Fantásticos e Onde Habitam” (Fantastic Beasts and Where to Find Them) promete ser a sensação deste final de ano.

A obra criada por J.K. Rowling tem encantado uma geração de novos leitores desde 2001 quando foi lançada nos cinemas a sua primeira adaptação “Harry Potter e a Pedra Filosofal”, e consequentemente todos os demais livros foram levados para a telona. Agora com o fim da franquia principal, outra foi criada para explorar o universo dos bruxos de uma maneira mais adulta.

Um grande atrativo do novo filme é não ter mais a centralização da trama no trio de jovens bruxos Potter-Granger-Weasley que se aventuravam pela escola de magia de Hogwarts tentando impedir a ascensão do bruxo das trevas Valdemort. Agora temos personagens mais velhos (em idade) interagindo com outros bruxos e muito mais feitiços práticos e funcionais. É uma evolução para os fãs que também estão mais experientes e com novos interesses e poderão conhecer mais da vida fora dos muros da instituição inglesa.

E a história se passa em Nova York nos idos de 1926 com a chegada do  magizoologista  Newt Scamander (Eddie Redmayne) e sua pequena “mala de trabalho”. Sua missão é coletar e proteger os seres mágicos do mundo dos “trouxas” e dos bruxos que não entendem que os animais fantásticos podem ser aliados. Durante várias confusões causadas pelo pequeno e larápio Pelúcio (uma pequena criatura fascinada por coisas brilhantes), ele encontra o padeiro “não-mágico” Jacob (Dan Fogler) e a bruxa em busca de recolocação no universo místico Tina (Katherine Waterston). Esses improváveis heróis deverão enfrentar um misterioso e terrível ataque à cidade por uma entidade desconhecida e ainda serem caçados pelo departamento de magia como criminosos.

O livro “Animais Fantásticos e Onde Habitam” foi lançado com 64 páginas e será transformado em cinco filmes. Isso mesmo, e se mantiverem a mesma qualidade do primeiro teremos muitos anos de uma franquia maravilhosa e mágica. Os efeitos e o 3D estão perfeitos, os animais são inacreditáveis e me emocionei ao ver na tela tantas criaturas deslumbrantes. As atuações do trio principal não deixam margem para críticas: são integrados entre si, suas piadas e cenas dramáticas encantam e podemos mergulhar na história e esquecer de todo o resto, pois somos levados para fora de nossa dimensão chata, para este maravilhoso e novo mundo.

Eu poderia ficar escrevendo todos os detalhes desta nova produção,  mas o melhor é você, leitor, constatar por conta própria, pois com certeza não irá se arrepender.

Tire sua varinha e capa do armário e vá ao cinema viver uma fantástica aventura em um mundo mágico e maravilhoso de sensibilidade e muita aventura.

Por Clóvis Furlanetto – Editor