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Crítica: As Aventuras do Capitão Cueca – O Filme”


Tra-lalala!!! Chega aos cinemas o mais inusitado e trapalhão de todos os super-heróis existentes: “As Aventuras do Capitão Cueca – O Filme” ((Captain Underpants: The First Epic Movie) promete muita diversão, confusão e aventuras.

Você, leitor, já pensou em como seria criar um super-herói? Quais poderes teria? Como seria seu porte físico? Pois bem, os jovens Jorge Beard (voz de Kevin Hart) e Haroldo Hutchins (voz de Thomas Middleditch) colocaram as mentes para funcionar e criaram um personagem que foge de qualquer ideia ou molde já pensado para um combatente do crime. Já que a maioria dos heróis usa uma “cueca” por cima do uniforme eles pensaram que seria mais legal se o deles usasse apenas a cueca e a capa. E sabem? A ideia é boa.

Esses dois gênios da criatividade estudam em uma escola comandada com mão de ferro pelo temido Sr. Krupp (voz de Ed Helms) que torna a vida dos alunos um verdadeiro inferno, mas Jorge e Haroldo não se importam e são os reis das pegadinhas o que torna muito difícil a vida deste diretor maléfico.

O que ninguém sabe é que na realidade a identidade secreta do Capitão Cueca é o próprio Krupp que foi hipnotizado pelos meninos em um momento de desespero, e que agora ele luta pela verdade, justiça e por tudo que é de algodão previamente encolhido. Claro que o diretor nem imagina que anda por aí apenas de roupa de baixo, mas as confusões são sensacionais.

“As Aventuras do Capitão Cueca” é uma série de livros escritos por Dav Pilkey, que é considerado um dos maiores escritores modernos de literatura infanto-juvenil. Ele conseguiu revolucionar a maneira como o público jovem se relaciona com a leitura e proporciona aventuras eletrizantes e divertidas com as trapalhadas do Capitão Cueca.

Esta animação promete ser a sensação deste Dia das Crianças em todos os cinemas. Vá com o coração aberto para ter uma das melhores aventuras de sua vida e relembrar suas travessuras na escola.

Seja um super-herói e corra para o cinema para lutar contra o mal ou pelo menos contra o mau humor.

            Por Clóvis Furlanetto – Capitão editor