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Crítica: A Bela e a Fera


Chega aos cinemas a versão live-action de uma das mais singelas histórias de contos de fadas dos últimos tempos, uma produção da Disney, “A Bela e a Fera” (Beauty and the Beast) encantará até o coração mais duro.

Uma dos grandes êxitos atuais do cinema é a produção de filmes no formato Live Action, ou seja, realizar a transposição de uma história produzida como animação para uma versão com atores reais. Dois exemplos que deram certo foram “Malévola” (2014) e “Mogli – O Menino Lobo” (2016) que foram sucesso nas telas e agora temos o  lançamento de mais uma obra famosa neste formato que tem chamado a atenção da indústria cinematográfica.

Em 1991 os estúdios Disney lançaram sua animação do clássico de Jeanne-Marie Le Prince de Beaumont e contaram ao mundo a história da doce e inteligente camponesa francesa Bela que se apaixona por um ser monstruoso que vive recluso em seu castelo e é cercado por seus leais serviçais, que juntamente com ele foram transformados em seres mágicos por uma bruxa. Somente o amor verdadeiro poderá quebrar o encanto, mas terá que acontecer antes que a última pétala de uma rosa caia em seu derradeiro final.

Na nova versão a trama foi mantida (ainda bem) e os efeitos especiais e visuais são primorosos. O candelabro Lumière (Ewan McGregor) nos dá a nítida sensação de leveza e vivacidade, Madame Samovar (Emma Thompson) em sua forma de bule de chá representa o amor maternal para com seu pequeno Zip (Nathan Mack), uma xícara totalmente alegre como deveria ser um menino humano . Ela expande esse cuidado com a própria Fera que enfrenta seus demônios pessoais. Claro que há outros personagens/objetos atuantes que são fundamentais para a narrativa, mas ficaríamos falando apenas desse tema.

A escolha de atores foi uma preocupação, pois como representar realisticamente uma das mais belas (olha o trocadilho) histórias de amor com pessoas de verdade? Emma Watson, a Hermione da franquia Harry Potter foi a proposta para ser a jovem Bela, e sou obrigado a dizer que na época do anúncio não gostei, pois não conseguia vê-la como a princesa forte e intelectual, mas tenho que admitir que a atriz deu  um show na tela e vemos a animação ganhar vida em sua interpretação. Os atores Dan Stevens e Luke Evans dão vida à Fera e ao vilão Gaston, respectivamente.

Lembrando que o filme foi produzido ao estilo musical então temos canções maravilhosas e emocionantes que levarão as lágrimas o mais ogro dos corações.

Compre sua caixa de lenços de papel preferida, abra seu coração e vá se emocionar no cinema com essa obra prima dos contos de fadas.

por Clóvis Furlanetto – Editor-Fera

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