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Crítica: Cidade Sob Ameaça


Filmes de assalto sempre costumam ser bons, afinal de contas, eles conseguem manter o clima de tensão enquanto os criminosos colocam vidas de inocentes em perigo e a polícia bola estratégias para prendê-los. “Cidade Sob Ameaça” (Disturbing the Peace), estrelado por Guy Pearce, não é diferente.

Com aproximadamente 90 minutos de duração, o longa se destaca pois desenvolve sua trama de maneira direta e eficaz, além de conseguir deixar o espectador apreensivo e tenso do início ao fim.

Neste caso, mérito para Pearce que consegue transparecer a cada cena os principais remorsos, dilemas e sentimentos obscuros que cercam seu personagem em questão.

Na história, Jin Dillon (Guy Pearce) é  um policial que acaba deixando a corporação dos Texas Rangers após ter provocado acidentalmente um grave acidente com o seu antigo parceiro. Depois de ficar anos sem pegar numa arma, o antigo oficial vira delegado de uma cidadezinha pacata do interior do Texas.

Trabalhando com um novo assistente, ele percebe que terá que enfrentar os fantasmas do passado quando uma gangue de motoqueiros, liderada por um sujeito vingativo chamado Diablo (Devon Sawa), invade a cidade para um assalto e coloca os habitantes em risco.

Com pouco recurso e sem muita gente para ajudar, Jin terá que achar um jeito de se virar para salvar a vida de todos e ainda recuperar sua dignidade como profissional da justiça.

Por mais que “Cidade Sob Ameaça” indique ser mais um filme de ação, na verdade a coisa não é bem assim. Ele é muito mais tenso e dramático, já que vemos mais cenas relatando o drama dos personagens do que explosões, perseguições de carros e pancadaria.

E isso é bom, afinal de contas, faz com que o longa crie uma identidade própria e fuja de certos clichês que vemos em vários thrillers do gênero. O filme já está disponível na plataforma de streaming Cinema Virtual.

por Pedro Tritto – Colunista CFNotícias

*Título assistido via streaming, a convite da Elite Filmes.