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Crítica: Clifford – O Gigante Cão Vermelho


Chega aos cinemas brasileiros, uma emocionante história sobre amizade verdadeira e sincera. Clifford – O Gigante Cão Vermelho” (Clifford – The Red Big Dog) é aposta certeira para fazer os corações baterem mais forte e as lágrimas rolarem de emoção.

A trama nos apresenta a jovem Emily Elizabeth (Darby Camp), que estuda como bolsista em um colégio particular e se sente deslocada e sem amigos. Mas, tudo muda quando conhece o gentil senhor Bridwell (John Cleese), que possui um lugar encantado para adoção de animais.

Lá, Emily encontra um pequeno e meigo cachorrinho vermelho que, magicamente, cresce e vira um gigante, e aí começa a confusão. Juntamente com seu tio Casey (Jack Whitehall), que também busca seu lugar no mundo, a garota lutará para ficar com Clifford e viverem felizes, mas há pessoas que querem atrapalhar seus planos…

O filme em live-action é baseado na série de livros infantis “Clifford the Big Red Dog”, do autor Norman Bridwell publicado pela primeira vez em 1963, que mostra as aventuras e trapalhadas deste adorável gigante vermelho.

Impossível não se emocionar com o roteiro escrito por Jay Scherick e Blaise Hemingway. E Darby Camp faz com que criemos imediata simpatia por sua personagem Emily, apresentando suas dores e alegrias da juventude, e a transformação que acontece ao seu redor ao encontrar seu melhor amigo canino.

A junção de realidade e fantasia está perfeita com a animação de Clifford: é  fácil deixar-se levar pela grandeza de corpo e alma do cachorro que tem todos os trejeitos de um animal de verdade, com direito a muito balançar de cauda.

Para entender a mensagem de amor, alegria e diversão que “Clifford – O Gigante Cão Vermelho” quer passar, é preciso embarcar na narrativa, independente da idade que tiver o espectador, afinal, magia é algo que devemos manter sempre presente em nossas vidas.

Dirigida por Walt Becker, esta é uma produção para toda a família. Dica: quem tiver (ou já teve) seus próprios cachorros, poderá se emocionar intensamente, por isso fica o conselho de levar vários lenços descartáveis (e ao menos uma muda de máscara).

Então, abra seu coração e vá ao cinema conferir essa história mágica. Sempre protegido (com máscara e álcool em gel), para curtir a sessão em segurança.

por Clóvis Furlanetto – Editor

*Título assistido em Cabine de Imprensa promovida pela Paramount Pictures.