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Crítica: Como Cães e Gatos 3: Peludos Unidos!


Chega aos cinemas, como uma folga para esta época conturbada em que vivemos de pandemia, a produção “Como Cães e Gatos: 3: Peludos Unidos!”, afinal, nada melhor do que vermos e nos divertimos com as confusões de nossos queridos melhores amigos pets na tela grande.

A convite da Warner Bros., pude retornar a uma sala de cinema após 7 meses de isolamento. A princípio, não conseguia imaginar como seria estar em um ambiente fechado, usando máscara e próximo a pessoas, mas meus sentimentos de apreensão e medo foram substituídos por um grande alívio, pois tanto a equipe da Warner que nos recebeu, quanto o pessoal da rede Cinépolis foram atenciosos e cuidadosos em todos os momentos da exibição em uma sala extremamente limpa e com os devidos arranjos de separação de poltronas.

Então, vamos ao filme. “Como Cães e Gatos 3: Peludos Unidos!” é a sequência dos sucessos de 2001 e 2010 e narra a eterna luta entre os canídeos e felinos para agradar as pessoas.

Enquanto nas duas produções anteriores temos a disputa entre estes dois melhores amigos dos humanos, nesta terceira parte reina uma trégua há 10 anos e os lados conflitantes estão em uma grande paz, mas esta é ameaçada pelo surgimento de um terrível vilão que deseja aniquilar a supremacia de cães e gatos no mundo todo.

Uma equipe de agentes nada secretos e totalmente inexperientes deverá ir à caça deste malfeitor. A gata Gwen (voz de Melissa Rauch) e o cachorro Roger (voz de Max Greenfield) deverão lutar com unhas e dentes (literalmente) para salvar a paz conquistada e neste meio tempo ajudar seus amigos e tutores Zoe (Sarah Giles) e Max (Callun Seagram Airlie).

O longa dirigido por Sean McNamara mescla atuação entre humanos e animais e nem preciso dizer que os pets roubam todas as cenas. Há momentos em que algumas atividades realizadas pelos animais estão bem visíveis, o que acaba dando um ar mais realista para o enredo – como, por exemplo, quando um dos agentes precisa digitar em um teclado. Foram inseridos na história outros pets que são normalmente esquecidos pelo grande público, mas não estragarei a surpresa contando quantos e quais são agora.

É uma produção que deve ser vista por toda a família (e, se possível, pelos pets!), pois nos traz em meio este momento complicado que passamos, um sopro de alegria e diversão para que possamos nos esquecer por alguns instantes de problemas e curtir um bom e sensível filme.

Aproveite e vá ao cinema com todo o cuidado e necessita: máscaras para toda a família, distanciamento de poltronas e muita atenção às instruções das redes de exibição.

por Clóvis Furlanetto – Editor Pet

*Título assistido em Cabine de Imprensa promovida pela Warner Bros. Pictures.