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Crítica: Her – “Ela”


her_textoEm uma realidade não muito distante da atual, Theodore Twombly, personagem principal interpretado por Joaquin Phoenix (O Mestre e Johnny & June – Vencedor do Globo de Ouro de Melhor Ator – Comédia ou Musical), trabalha em uma empresa que oferece o serviço de criar cartas para pessoas, sejam elas, no âmbito sentimental ou familiar, em uma época onde a comunicação humana aparece cada vez mais de forma fria e remota.

Theodore é um homem que, durante o seu período de separação amorosa, se torna cada vez mais solitário e fechado em seu próprio mundo, com isso, acaba adquirindo um sistema operacional, um software com inteligência artificial, cheio de personalidade, um aplicativo capaz de transmitir sentimentos, interação, e até, discutir relação, a partir disso, um novo vínculo afetivo se inicia com o OS.

Scarlett Johansson dá voz a Samantha, um corpo que não se sente, olhos que não enxergam, mas totalmente responsável em transmitir a originalidade do longa, principalmente em tempos onde a tecnologia retrata uma cultura, servindo  também como uma forma de reflexão sobre o quanto a nossa sociedade está se tornando dependente dessa ciência.

Um filme cheio de sensações, abordando uma história de amor inesperada, onde um homem se apaixona por uma máquina, “Ela” estreia nos cinemas brasileiros nessa sexta-feira, dia 14 de fevereiro, com direção de Spike Jonze.

Por Aline Rego – especial CFNoticias

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