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Crítica: Interstellar


10632643_743344409046331_8581365438315480327_nQuando mencionamos os filmes de Christopher Nolan já pensamos em algo grandioso, afinal, estamos falando do cara que fez a trilogia do “Cavaleiro das Trevas” (uma das mais bem sucedidas franquias da história), “Amnésia”, “A Origem”, entre outros. Em 2014, chega aos cinemas mais um dos seus filmes gigantescos.

Depois de contar a trajetória do Homem Morcego dos quadrinhos e as peculiaridades de como funciona os sonhos das pessoas, Nolan “leva” o espectador ao espaço com o longa “Interstellar”, que estreia no Brasil nesta quinta-feira, 6 de novembro.

O protagonista dessa vez é o vencedor do Oscar Matthew McConaughey (Clube de Compras Dallas). Jéssica Chastain (Histórias Cruzadas) também está no elenco e interpreta Murphy, a filha do personagem de McConaughey na fase adulta. Outros conhecidos dos filmes de Nolan também marcam presença, como Michael Caine (o Alfred da trilogia Batman) e Anne Hathaway (a Mulher Gato de Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge).

A película conta a história do engenheiro espacial Cooper (McConaughey), que acaba trabalhando como fazendeiro para sustentar sua família. O momento é de crise, já que a maioria dos alimentos da Terra acabaram e as plantações que restaram são constantemente atacadas por pestes e tempestade de poeira.

No meio desse cenário tenebroso, ele é convocado para uma jornada importante e que pode ser a última esperança de salvar a população do planeta, onde precisa liderar uma missão espacial que busca explorar novos planetas para substituir a Terra.

Na realidade, Nolan quer homenagear os grandes clássicos do cinema que relatam as viagens espaciais, como “2001 – Uma Odisseia no Espaço”, de Stanley Kubrick, e o mais recente “Gravidade”, de Alfonso Cuarón.

 “Interstellar” realmente é um trabalho grandioso, principalmente por causa dos grandes efeitos visuais. A trama também é contada nos mínimos detalhes e, apesar de longa, prende a atenção.

O tempo inteiro o diretor busca envolver o espectador com a trilha sonora e as belíssimas fotografias. Por isso, se possível, dê preferência para assistir em uma sala Imax para não perder nenhum detalhe do visual incrível que é criado. Vale a pena conferir!

por Pedro Tritto – Colunista CFNotícias

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