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Crítica: “MIB: Homens de Preto – Internacional”


Não tem jeito, quando pensamos na franquia “MIB – Homens de Preto” logo pensamos em Will Smith e Tommy Lee Jones. Lidando com alienígenas em três filmes, os dois transformaram os Agentes “J” e “K” em personagens icônicos e inesquecíveis do cinema. Sem dúvida, é uma pena ambos não estarem no novo longa da série, “MIB: Homens de Preto – Internacional”.

No entanto, a pergunta que não quer calar é: o filme sem os protagonistas originais é divertido e funciona? A resposta é sim! Por mais que venha a saudade de não vermos Smith e Lee Jones, a dupla atual é a melhor coisa do longa. Obviamente, Chris Hemsworth e Tessa Thompson não são como os colegas em questão, mas é o carisma deles que permite ao espectador ficar interessado na trama até o fim e se divertir com os diálogos divertidos entre eles.

Na história, a pequena Molly (Tessa Thompson) vê seus pais serem neutralizados pelos Homens de Preto após um diminuto extraterrestre fugir de sua casa. Já crescida e obcecada com casos policiais, ela começa a pesquisar como fazer parte dessa tal agência. Quando a encontra, ela é recrutada pela chefe “O” (Emma Thompson) e se torna a Agente M.

Direcionada para a unidade de Londres, a jovem começa a trabalhar com “H” (Chris Hemsworth), estrela do departamento que conseguiu grandes feitos ao lado de “Grande T” (Liam Neeson), em um caso que envolve um espião entre os Homens de Preto. A partir daí, a diversão começa, já que vemos o que sempre acompanhamos nos longas anteriores da franquia: aliens exóticos e boas referências à cultura pop de maneira geral.

Aliás, a misteriosa participação de Sérgio Mallandro na versão brasileira do filme é engraçadinha, pois acontece de maneira inesperada e pega o espectador de surpresa. É fato que “K” e “J” não estão no filme, mas isso não quer dizer que não são lembrados. Há uma bela homenagem aos dois, assim como ao Frank, cachorro simpático que rouba a cena em “MIB – Homens de Preto 2”.

Para quem já é fã, “MIB – Internacional” é engraçado, divertido e uma opção segura para os que procuram um bom entretenimento. Claro que a franquia não é a mesma coisa sem os seus astros originais, mas consegue sobreviver sem eles, o que é o mais importante neste momento.

por Pedro Tritto – Colunista CFNotícias