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Crítica: Need For Speed


need_textoSe você não deixava vídeo game de lado na década de 1990, com certeza jogou ou ouviu falar de Need For Speed, série de jogos de corrida que foi considerado um dos melhores do gênero na época. O primeiro foi lançado em 1994 e o último, o “Need For Speed Rivals”, chegou ao mercado em 2013.

O objetivo do game é levar o jogador a lugares exóticos, com diversas opções de supercarros. Cada pista e cada veículo tinha uma característica diferente, que aumentava ainda mais a dificuldade e o desafio de quem está na frente da tela.

O fato é que a popularidade do jogo acabou levando-o aos cinemas, com o “Need For Speed – O Filme”, que estreia no Brasil nesta quinta-feira (13 de março). No entanto, o longa está bem longe de atingir o sucesso e a popularidade das versões eletrônicas.

Na história, Tobey Marshal (Aaron Paul) é um excelente piloto de racha e dono de uma oficina mecânica, onde junto com seus amigos modifica os carros, deixando-os ainda mais velozes. No entanto, os negócios do corredor vão de mal a pior e para manter o emprego, ele precisa de muito dinheiro.

Sabendo disso, o ex-piloto da Fórmula Indy, Dino Brewster (Dominic Cooper), o procura para concluir um Mustang e faz uma proposta que pode ser a virada que o mecânico precisa. Apesar das divergências com Dino, Tobey aceita o negócio, mas depois se vê na necessidade de disputar uma corrida com o rival e seu amigo Pete (Harrison Gilbertson).

A corrida acaba em tragédia, Tobey leva a culpa por um crime que não cometeu e para provar sua inocência ele precisa vencer a famosa corrida De Leon, uma das mais perigosas de todo o país e que é gerenciada pelo ganancioso Monarch (Michael Keaton).

Com mais cara de Velozes e Furiosos do que propriamente de Need For Speed, o filme não embala e ainda não sai dos clichês dos filmes de corrida. Usando a linguagem das pistas: para quem gosta da saga de Brian O’Conner (Paul Walker) e Dominic Toretto (Vin Diesel), o concorrente certamente vai ficar bem para atrás e virar retardatário.

por Pedro Tritto – Colunista CFNotícias

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