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Crítica: O Bebê de Bridget Jones


Poster de O Bebê de Bridget Jones

Pode-se afirmar que 2016 é o ano dos retornos. Depois de Jason Bourne (Matt Damon), Alice (Mia Wasikowska), Toula Portokalos (Nia Vardalos) e entre outros darem as caras novamente na telona, agora chegou a vez de Bridget Jones, personagem icônico de Renée Zellweger (Chicago), voltar para os cinemas.

Se sua volta com “O Bebê de Bridget Jones não é triunfante (definitivamente não é), pelo menos é seguro dizer que o terceiro longa da franquia é engraçado e atrativo. O mais importante neste caso é que o filme dirigido por Sharon Maguire (Incendiário) mostra que ainda há material para ser explorado no universo baseado nos livros de Helen Fielding.

Isso porque Zellweger traz uma versão mais madura e inteligente da protagonista para esse novo capítulo cinematográfico. É muito bom ver que Bridget agora é mais capaz de superar as dificuldades e aproveitar a vida da melhor maneira possível, mesmo tendo que “curtir” seus momentos de fossa com a música “All By Myself” de vez em quando.

Nesse novo longa, a moça está separada de Mark Darcy (Colin Firth), seu ex-noivo, e recebe a notícia que Daniel Cleaver (Hugh Grant), seu antigo caso amoroso, sumiu depois de um desastre de avião. Além disso, ela precisa provar para sua nova chefe que ainda consegue produzir um programa de televisão.

Tudo começa a mudar para Bridget quando ela descobre que está grávida. Assustada com a notícia, a protagonista não sabe ao certo quem é o pai da criança, já que dormiu  com Mark depois de uma festa de família e também com o milionário Jack Qwant (Patrick Dempsey), durante um festival de música.

É verdade que os fãs devem sentir a ausência de Hugh Grant no filme, mas é justo afirmar que Dempsey (Doce Lar) preenche bem esse espaço. Na pele de um galã que ficou rico após vender sua fórmula matemática para determinar se um casal dará certo ou não, o ator mostra que tem carisma suficiente para cativar a principal estrela do filme e o público.

Afinal de contas, quem é o pai? Com quem Bridget vai ficar? São essas perguntas que sustentam a trama do início ao fim e tornam o filme divertido, leve e descontraído. Por mais que esse enredo já esteja batido, ele funciona em “O Bebê de Bridget Jones”, pois mostrou que a franquia soube se encaixar no mundo atual sem perder sua essência. Enquanto vai. E não se esqueça: quando for ao cinema, façam as suas apostas: Mark ou Jack?

Por Pedro Tritto – Colunista CFNotícias

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