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Crítica: O Grande Hotel Budapeste


grandehotel_textoHá aquelas situações em que um elenco se torna a principal atração de um filme. Não importa a história, mas o fato de assistir as performances de grandes atores ou atrizes já vale a pena.

É o caso da comédia “O Grande Hotel Budapeste”, de Wes Anderson (O Fantástico Sr. Raposo). Com nomes de peso, o longa encontra grandes artistas que motiva mais o espectador com suas participações do que com a trama propriamente dita.

Afinal, não é sempre que podemos ver juntos Ralph Fiennes (007 – Operação Skyfall), Edward Norton (O Incrível Hulk), Bill Murray (Os Caça Fantasmas), Willem Dafoe (Homem-Aranha), Tom Wilkinson (Batman Begins), Jude Law (Sherlock Holmes), Adrien Brody (O Pianista), Saoirse Ronan (Um Olhar do Paraíso), Tilda Swinton (As Crônicas de Nárnia), Jeff Goldblum (Jurassik Park) e etc.

Além de uma equipe consagrada, o filme traz todo um estilo europeu de época para resgatar a atmosfera da década de 1940 e a influência soviética no período pós segunda guerra mundial, além de um tom de mistério de histórias de assassinatos.

Na trama, um escritor (interpretado por Wilkinson) reconta sua passagem pelo grandioso Hotel Budapeste, localizado em Zubrowka, uma república nos alpes da Europa. Lá, ele escuta do proprietário do hotel, histórias da época em que o estabelecimento era um dos melhores lugares para ficar no velho mundo.

Apesar de todo luxo e comodidade, o Budapeste acaba virando o principal cenário de um imbróglio envolvendo o concierge Gustave(Ralph Fiennes)e o Lobby Boy Zero (Tony Revolori), onde precisam ir atrás de uma pintura famosa que pertencia a uma viúva rica (Tilda Swinton).

A partir daí, os dois se encontram em uma tremenda confusão com a família da dona do desejado quadro e precisam estar unidos alcançarem o objetivo. O filme já está em cartaz.

por Pedro Tritto – Colunista CFNotícias

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