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Crítica: Rampage – Destruição Total


Fazia um bom tempo em que não assistia a uma produção do tipo “relaxamento e diversão” e é isso que encontramos na estreia nacional de Rampage – Destruição Total  (Rampage) com distribuição da Warner Bros. Pictures.

Temos a história de George, um gorila albino e totalmente irreverente que tem como grande amigo Davis Okoye (Dwayne Johnson) um primatologista renomado que tem como principal missão preservar espécies ameaçadas. Mas com o símio a relação vai muito além de protetor e protegido, são verdadeiros colegas de turma, com pegadinhas e brincadeiras entre eles.

Tudo muda quando George é exposto a um composto químico experimental que altera seus instintos, deixando-o agressivo e instável e transformando-o em um gigante. E como desgraça pouca é bobagem ainda entrarão na trama Ralph e Lizzy um lobo e um crocodilo mutantes devido ao mesmo experimento. Os três deixam um rastro de destruição por onde passam e a única chance de impedir um desastre ainda maior é conseguindo trazer o gorilão para o lado dos mocinhos.

Baseado no vídeo game de sucesso e de mesmo nome de 1986, “Rampage – Destruição Total” nos proporciona a mais pura diversão despreocupada e sem cobranças em roteiro e atuações. É uma volta aos bons e maravilhosos filmes de ação das décadas de 1980 e 1990, quando nossa única preocupação era se teríamos a quantidade absurda de tiros, explosões e grandes escapadas e este filme nos mostra isso e muito mais como queda de prédios e aeronaves, pessoas sendo arremessadas e outras com um destino nem tão agradável.

Enfim, é uma viagem fantástica no tempo que para fazer só precisamos sentar em frente à tela, relaxar e curtir uma boa aventura. Eu voltarei ver com toda a certeza. George rouba a cena do começo ao fim e ainda tira sarro de tudo e de todos.

Gosta de ação? Gosta de diversão? Gosta de cenas absurdas e inesperadas? Então vá ao cinema e aproveite momentos maravilhosos e despreocupados de pura emoção.

Por Clóvis Furlanetto – Editor

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