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Crítica: Tomb Raider – A Origem


É importante salientar ao caro leitor que a estreia de “Tomb Raider – A Origem” (Tomb Raider), que chega aos cinemas hoje, é uma nova leitura do aclamado vídeo game da década de 1990, quando fomos apresentados pela primeira vez a uma das maiores heroínas de todos os tempos no mundo dos games: a ágil, inteligente e sofisticada arqueóloga britânica Lara Croft.

Produzido pela Core Design e Crystal Dynamics em versões e épocas diferentes, sendo a data de seu lançamento o ano de 1996, a distribuição sempre foi realizada pela Eidos Interactive que detém os direitos exclusivos da personagem.

Como disse no início deste texto, temos uma releitura do início da história de Lara. O novo filme para o cinema segue a trama sugerida para a versão 2013 do jogo, sendo o décimo título da série e para plataformas Microsoft Windows, PlayStation 3 e Xbox 360. No jogo, Lara encontra-se perdida em uma ilha, tenta desesperadamente salvar seus amigos e enfrenta diversos perigos e aventuras. No filme, vemos uma jovem protagonista que sofre com a perda de seu pai e, sem rumo, vive uma vida sem foco e com trabalhos temporários.

Mas quis o destino que ela fosse colocada no caminho da aventura, o que a faz partir em busca de um encerramento sobre a morte de Lorde Richard Croft, após sete anos de seu desaparecimento. Independente, a jovem se recusa a assumir o gigantesco império dos Croft e em sua jornada acaba se deparando com um pedido póstumo de seu pai. Esse é o ponto em que começa sua grande aventura, aquela que moldará sua forma de vida para sempre.

O filme está perfeito, as  cenas de ação se assemelham e muito ao jogo, temos a nítida impressão de estarmos no controle da personagem quando ela escala, salta, luta ou atira com se arco, o que representa muito para os jogadores mais aficionados. Quanto à história, será preciso paciência aos mais desesperados por aventura, pois o início é um grande prólogo da vida sem rumo de Lara, mas quando ela decide ir em busca dos segredos de um antigo túmulo lendário que pode possuir o segredo para a destruição da humanidade, as coisas começam a ficar  do jeito que gostamos: ação, aventura e muita jogabilidade.

Para quem nunca jogou Tomb Raider ou não conhece seu passado, a produção será uma grande aventura também, rica em detalhes e acontecimentos importantes e elucidativos. Este filme representa um novo início da franquia para o cinema e com o sucesso que obtiver, não será impossível vermos uma continuação em breve o que nos proporcionará mais aventura, pois teremos mais Lara Croft em ação em novas e emocionantes jornadas.

Pegue seu arco, sua mochila e vá ao cinema preparado para fortes emoções.

por Clóvis Furlanetto – Editor Raider

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