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Crítica: “Trolls”


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“Trolls” chega aos cinemas com a promessa de mostrar o lado bom das coisas e que tudo é possível se você tiver amor no coração. A animação da Dreamworks além de irreverente, é uma maravilhosa mistura de musical e bom humor sadio.

Claro que eles exageram um pouquinho nessa animação toda e acabam se metendo em uma grande enrascada, mas nada que o companheirismo e amizade não resolvam. Somos transportados para o mundo multicolorido e otimista das pequenas criaturas da floresta conhecidas como Trolls, com seus cabelos “vivos” e com um brilho estonteante. Eles vivem felizes a cantar, mas nem tudo é amor e paz: os pessimistas e malvados Berguens perseguem  os inocentes gnomos (posso chamar um troll de gnomo?), pois acreditam que ao fazer deles uma deliciosa refeição podem absorver alegria e felicidade.

O que os vilões não esperavam era que a princesa Poppy (voz de Anna Kendrick), “a troll mais feliz que já existiu”, e seu fiel amigo Tronco (voz de Justin Timberlake) – que deve ser o troll mais mal humorado que já nasceu -, correrão terríveis perigos para resgatar seus amigos das garras e estômagos dos Berguens.

Normalmente eu comento que as animações atuais são feitas mais para os adultos do que para as crianças. Neste caso temos uma combinação perfeita que agradará aos dois mundos: os pequenos amarão a simplicidade e sinceridade da história e os mais velhos serão conquistados não só pela singeleza da trama, mas também pela maravilhosa trilha sonora que tem sucessos como “The Sound of Silence”, “Total Eclipse of the Heart”, “True Colors”, entre outras fantásticas composições. Vale destacar que nas cópias dubladas algumas foram traduzidas e outras mantidas no som original.

E por falar em dublagem até que a versão brasileira ficou boa. Eu sou muito chato e sempre prefiro as vozes originais, mas em “Trolls” temos as vozes de Julie (Poppy) e Hugo Bonemer (Tronco) que fizeram muito bem o trabalho e estão de parabéns.

Com cenas engraçadas e inusitadas e uma maravilhosa mensagem de otimismo, a animação tem tudo para ser um grande sucesso. Vá ao cinema e curta essa festa.

por Clóvis Furlanetto – editor