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Crítica: “Vingadores: Guerra Infinita”


“Vingadores: Guerra Infinita” está entre nós. E que bom! Depois de 10 longos anos de espera, finalmente podemos ver os maiores heróis dos quadrinhos enfrentando Thanos (Josh Brolin), um dos principais vilões da Marvel. E o resultado disso é uma batalha épica, com ótimas cenas de ação e arcos com cargas dramáticas bem fortes, ou seja, tudo o que o fã de histórias em quadrinhos deseja.

Sim, mesmo com a grande quantidade de protagonistas que sugere que alguns sejam poucos explorados, o filme dos irmãos Anthony e Joe Russo é bem contado, conciso e objetivo. O mais legal é que todos os heróis têm objetivos claros e momentos importantes dentro da história. No entanto, é inevitável que em alguns momentos o longa fique arrastado e um pouco cansativo. Nada que comprometa a diversão, afinal de contas, as cenas de ação e o Thanos compensam tudo de uma só vez.

Ah, o Thanos! Realmente a espera valeu a pena. Para se ter ideia, Josh Brolin (Deadpool 2) entrega um trabalho de alto nível. Sem exageros, podemos falar que agora, além dos quadrinhos, ele é um dos grandes vilões do cinema, ou seja, do mesmo patamar de Darth Vader, Coringa (Heath Ledger), Hannibal Lecter (Anthony Hopkins), entre outros.

Da primeira até a última cena, sentimos no personagem uma presença poderosa, cruel e devastadora. Um verdadeiro tirano. Destaque para a sua apresentação, em que ameaça / obriga Thor (Chris Hemsworth), Loki (Tom Hiddleston) e outros asgardianos a entregarem o Tesseract com a Joia do Espaço.

Aliás, essa primeira sequência, em que vemos a nave do Deus do Trovão toda destruída, já dá o tom tenebroso que a trama exige. A partir daí, Hulk (Mark Ruffalo) é mandado para a Terra para encontrar seus velhos amigos e tentar acabar com os objetivos do antagonista.

Tony Stark (Robert Downey Jr.), Stephen Strange (Benedict Cumberbatch) e Peter Parker (Tom Holland) tentam juntar as outras joias antes do rival – são seis no total. Ao mesmo tempo, Visão (Paul Bettany), que está com a Pedra da Mente, permanece escondido ao lado da Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen). Monitorados de longe pelo Capitão América (Chris Evans) e seus amigos, o casal também se vê na necessidade de entrar nessa batalha.

Para quem espera um ótimo filme de heróis, “Vingadores: Guerra Infinita” é isso e muito mais. Aqui, temos uma conclusão grandiosa de um universo construído há muito tempo pela Marvel. Depois de acertos e derrapadas, agora é a hora da Casa das Ideias triunfar na telona e de nós, espectadores e fãs, de aplaudir. Partiu cinema! O Thanos te espera!

por Pedro Tritto – Colunista CFNotícias