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Crítica: “Vingadores: Ultimato”


Senhoras e senhores, “Vingadores: Ultimato” está entre nós! E como dizem atualmente, ele chegou aloprando tudo e desbancando tudo o que vê pela frente. O que dá para dizer é que essa pompa e todos os elogios são merecidos, afinal de contas, é um filmaço, bem emocionante, grandioso e inesquecível.

Antes de tudo, é bom lembrar que não estamos falando de qualquer longa e, sim, da conclusão de uma jornada construída desde 2008, quando “Homem de Ferro” chegou aos cinemas. O fato é que a espera é compensada a cada minuto, já que há no filme momentos para rir, chorar, xingar e, claro, vibrar.

As virtudes são várias, mas é importante dizer que “Vingadores: Ultimato” não é perfeito. Além de ter uma introdução arrastada, seus pontos fracos são encontrados nos arcos de Thor (Chris Hemsworth) e Hulk (Mark Ruffalo), que tomam atitudes polêmicas e surgem fora de contexto em passagens importantes da trama. Sem contar a Capitã Marvel (Brie Larson), que fica de fora de grande parte da história.

Em compensação, o clímax entrega tudo o que promete. Não dá para contar os detalhes pois há centenas de spoilers, mas dá para afirmar que as cenas são empolgantes e dignas de aplausos. Prepare-se pois não é pouca coisa que vem por aí!

Na sequência decisiva, vale destacar a participação do Capitão América (Chris Evans) e do Homem de Ferro (Robert Downey Jr.), que comandam a maioria das ações no confronto contra o Thanos (Josh Brolin). Aliás, o vilão também merece respeito, já que mais uma vez se mostra calculista, impiedoso e imponente.

E dentro desses vários destaques, quem também rouba a cena é a Viúva Negra, de Scarlett Johansson. Totalmente sentida e desnorteada com as consequências do estalar de dedos do tirano em “Vingadores: Guerra Infinita”, a espiã tem uma jornada digna, que promete emocionar os fãs da Casa das Ideias.

Para quem gosta de super-heróis e histórias em quadrinhos, “Vingadores: Ultimato” é um marco cinematográfico, ou seja, precisa ser visto custe o que custar. Agora, ele é o melhor filme de super-heróis de todos os tempos? Aí é algo pessoal (a concorrência é grande e boa), mas posso afirmar que, se não for o melhor, é um dos melhores.

por Pedro Tritto – Colunista CFNotícias