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Crítica: Virgínia


virginia_textoA galeria de filmes de Francis Ford Coppola é de dar inveja a qualquer um. Para começar, dirigiu a trilogia de “O Poderoso Chefão” (The Godfather), trabalho que até hoje é referencia para os jovens e amantes de cinema. Depois, trabalhou em “Apocalipse Now”, um dos melhores filmes que retrata o terror da Guerra do Vietnã, e também em “Drácula de Bram Stocker”.

Poderia ficar aqui falando de vários filmes de Coppola, mas preciso comentar seu último trabalho, “Virgínia”, que estreia nesta sexta-feira (27 de dezembro) nos cinemas brasileiros.

Completamente oposto dos trabalhos citados acima, Coppola traz em seu novo filme algo totalmente trash e surreal ao mesmo tempo, com Val Kilmer (Batman Eternamente) no papel do escritor, Hall Baltimore, que vai até uma cidadezinha dos Estados Unidos para autografar seu novo livro.

Buscando fama e respeito do público, ele começa a falar com os moradores do local e após algumas conversas estranhas, acaba sendo envolvido na investigação de um misterioso assassinato.

Depois de alguns sonhos malucos em que entra na história do tal crime, Hall começa a escrever a história que pode mudar a sua vida e adquirir o que tanto deseja.

Acredito que até para o fã dos filmes de Coppola, “Virgínia” pode passar desapercebido. A trama se perde e fica cada vez mais confusa com o passar da história. Até Elle Fanning (Super 8), irmã da atriz Dakota Fenning (Saga Crepúsculo) não escapa de um papel bizarro.

O fato é que o longa é sério candidato para dominar o Framboesa de Ouro, prêmio entregue aos piores filmes do ano. Quanto ao trabalho de Coppola, é melhor continuar comentando sobre “O Poderoso Chefão”, “Apocalipse Now”, “Drácula de Bram Stoker”, entre outros.

por Pedro Tritto – Colunista CFNotícias

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