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Entrevista: Falamos com Bill Pullman sobre Independence Day – O Ressurgimento


Bill Pullman em Independence Day: O Ressurgimento

Ser o presidente dos Estados Unidos e liderar os humanos no ataque contra os alienígenas. Essas foram as missões de Bill Pullman no primeiro “Independence Day”, lançado em 1996. 20 anos depois, o ator reencarna o seu personagem em “Independence Day: O Ressurgimento”. Agora, Thomas J. Whitmore está aposentado, anda de bengala e sofre com crises frequentes de ansiedade.

Durante sua visita ao Brasil, o ator recebeu a imprensa em pleno estádio Allianz Park, local onde o novo filme de Roland Emmerich (mesmo diretor do original) ganha uma estreia especial para o público, nesta quinta-feira (23), a partir das 19hrs (os ingressos estão esgotados). Mais informações no site da Rede Cinépolis de cinema.

Bastante simpático, Pullman falou sobre o reencontro com o seu personagem. “Agora, ele é um ex-presidente, ou seja, não é mais um líder. Mesmo assim, acredito que seus instintos de liderança continuam. Acho que a loucura que Whitmore tem no momento o permite ver o mundo com mais clareza. Prova disso é que ele estava certo: os alienígenas voltaram”, comentou o ator.

No primeiro longa, o mandatário americano demonstra uma relação muito forte com a filha, Patricia. Felizmente, isso não é diferente em “O Ressurgimento”. Quem vive a personagem agora é Maika Monroe (A Quinta Onda). “A ligação deles é bem importante, então conversei muito com Roland (diretor) sobre isso. Quando conheci a Maika já senti essa ligação. Ela é bastante generosa”, elogiou.

Além de Pullman, outros membros do elenco original voltam para a continuação. Também estão no filme Jeff Goldblum (David Levinson), Brent Spiner (Dr. Okun), Judd Hirch (Julius Levinson) e Vivica A. Fox (Jasmine Hiller). Entre os novos integrantes, destaque para Liam Hemsworth (Jake Morrison), Jessie T. Usher (Dylan Hiller) e Sela Ward (Presidenta Lanford).

Antes de encerrar a entrevista, o ator fez questão de falar sobre o Brasil, pois se encanta com as diferenças que o país possui: “Para mim, o Brasil é como se fosse o mundo, porque há uma diversidade enorme. Quis muito vir para o Brasil porque senti que os brasileiros entenderam bem o primeiro filme. Torço bastante para que as pessoas gostem da sequência”.

Por Pedro Tritto – Colunista CFNotícias

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